Universidade Federal da Paraíba
Curso: Ciências da Computação
UFPB Campus IV Rio Tinto - PB
Professor: Joseval Miranda
Disciplina: Avaliação de Aprendizagem
Aluna: Silvana Sales
Síntese do texto: Ser professora, avaliar e ser avaliada
A professora deve informar o que cada aluno e aluna sabe a atribuir um
vale a seus conhecimentos. Avaliar como tarefa docente, mobilizações e mentes,
afeto e razão, desejos e possibilidades.
A avaliação classificatória não proporciona espaços significativos para
um diálogo profundo.
A avaliação como tarefa escolar, para estudantes e professora,
inscreve-se num conjunto de práticas sociais que tomam o conhecimento como meio
para manipular e dominar o mundo, percebido mediante uma concepção mecanista da
natureza.
Sendo assim, o sujeito que conhece e precisa distanciar-se do objeto de
conhecimento, produzindo uma distância empírica e uma distância epistemológica.
A avaliação quantitativa expressa no âmbito escolar, a epistemologia
positivista que conduz uma metodologia em que a manipulação dos dados tem
prioridade sobre a compreensão do projeto.
Os diversos instrumentos de avaliação viabilizam o distanciamento entre
o sujeito que conhece, nesse caso, a professora que avalia, do objeto do
conhecimento aqui representado pelo estudante que está sendo avaliado.
A relação subjetiva entre a professora e seus alunos, fomentada pela
interação constante estabelecida pelo processo de aprendizagem-ensino, pode
ser, por meios de artifícios metodológicos, rompida para atender as orientações
epistemológicas.
A prática da avaliação, que pretende medir o conhecimento para
classificar os(a) estudantes, apresenta-se como uma dinâmica, que isola os
sujeitos, dificulta o diálogo, reduz os espaços
de solidariedade e de cooperação
estimula a competição.
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